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Risco de suicídio e cuidados de enfermagem no Mirante da Gávea 5

As tentativas e o risco de suicídio sofreram aumento no mundo todo durante o período de pandemia. Mesmo depois, fala-se em uma terceira onda da pandemia, fruto de sequelas econômicas e emocionais, na qual o risco de suicídio e depressão é o principal ponto a ser visto na população.






Mesmo antes do começo da pandemia causada pelo novo coronavírus já havia uma proporção epidêmica de risco de tentativas e suicídios completados, tanto no Brasil quanto em todo o mundo.


O recém-inaugurado Mirante da Gávea 5 da Clínica da Gávea vem ao encontro da necessidade de acolhimento especializado de pessoas que tenham esse risco mais iminente. São oito leitos com observação total nas 24 horas, com normas e protocolos de segurança constantes. A enfermagem atua na linha de frente no tratamento e no cuidado, priorizando a segurança e o conforto da pessoa que procura ajuda nesse momento tão crucial.


Estamos a maior parte do tempo ao lado do paciente, temos a oportunidade de identificar sinais de alerta de suicídio e prevenir o comportamento suicida. As avaliações dos riscos são feitas através da observação vigilante, desde supervisão 24 horas, municiados de escuta próxima, do suporte, e também por escalas de avaliação diárias.


Neste contexto, a enfermagem é quem mais tem contato com os pacientes.

A equipe interdisciplinar da Clínica da Gávea traça estratégias e planos de cuidados individuais e específicos para cada paciente, desenvolvendo protocolos e capacitações para todos os funcionários envolvidos nessa missão tão gratificante, para nós, que é a de salvar vidas e ajudar na tarefa de melhorar a qualidade de vida dos pacientes.


Carlos Eduardo.

Chefe de Enfermagem da Clínica da Gávea.

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